A ministra Patricia Bullrich chegou a admitir que a eliminação do 'Artigo 44' permitiu desbloquear outros pontos centrais do projeto, deixando claro que o
Após a greve nacional, o governo conseguiu aprovar uma reforma laboral regressiva com o apoio da oposição patronal e a cumplicidade sindical. Enquanto o
A cada dia fica mais claro que a reforma laboral esclavagista não é “para gerar mais empregos” nem para tornar efetivos os precários, mas sim para despedir mais fácil e mais