A cada dia fica mais claro que a reforma laboral esclavagista não é “para gerar mais empregos” nem para tornar efetivos os precários, mas sim para despedir mais fácil e mais
A semicolonização e subjugação do nosso país atingem limites nunca antes alcançados, superando obscenamente a, já clássica, subjugação às exigências do FMI