Compartilhamos com os nossos leitores a entrevista realizada com Mercedes de Mendieta, uma das dirigentes da Esquerda Socialista (IS), secção da UIT-QI na Argentina, e que,
Após a greve nacional, o governo conseguiu aprovar uma reforma laboral regressiva com o apoio da oposição patronal e a cumplicidade sindical. Enquanto o
A cada dia fica mais claro que a reforma laboral esclavagista não é “para gerar mais empregos” nem para tornar efetivos os precários, mas sim para despedir mais fácil e mais